Preconceitos eu tinha Ao usar certas palavras feias Agora me libertei! De toda e qualquer palavra Tomarei o sumo mais preciso Agora tenho siso, ganhei juizo
Uma que sempre odiei Explode a fazer guizo Dentro de mim:Escroto! Grandioso Rei ESCROTO! Escrota rainha soberana Escrotas Aranhas negras Tecendo chats Fazendo coitos em noites frias
A virtual platéia Em espamos,alucinados, Aplaude a bizarrice Do sádico casal escroto! Orgasmo crescendo espalha: Vômitos de amebas Titica de galinha Bosta de baleias Tantas outras merdas: Escroto fedor de tarântulas Serpentes,víboras,esgotos!...
Vêm comer, alegres, Todos os vermes da terra Os restos mortais do gozo Do escroto casal A platéia lambendo as sobras> Agradece,comovida!
As palavras são para mim corpos tocáveis, sereias visíveis, sensualidades incorporadas. L.D-BS
Álvaro de Campos definindo Alberto Caeiro
A expressão da boca, a última coisa em que se reparava, - como se falar fosse, para esse homem, menos que existir, - era a de um[b] sorriso como o que se atribui em verso às coisas inanimadas belas, só porque nos agradam - flores, campos largos, águas com sol - um sorriso de existir e não de nos falar.
Queridas amigas, Que neste NOVO ANO sejamos capazes de diferenciar as coisas boas das ruins para que possamos esta sempre juntos as novas mudanças, estando sempre disposto para aprender ALGO NOVO de NOVO e de NOVO... ``FELIZ 2009. Bat.